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Dose fora do recomendado: Quais os riscos?
A dose do herbicida é um dos fatores que influenciam a eficiência do controle. Usar uma dose diferente da recomendada em bula pode comprometer o resultado da aplicação e aumentar os riscos: • Menor eficiência de controle Doses abaixo do recomendado podem reduzir a eficiência da aplicação e favorecer a sobrevivência de plantas daninhas. • Seleção de indivíduos resistentes Plantas daninhas que sobrevivem à aplicação podem contribuir para mudanças na composição da população ao l
há 5 dias


Desafio do uso do pré-emergente devido a baixa umidade
A umidade do solo é um dos fatores determinantes para a eficiência dos herbicidas pré-emergentes. Após a aplicação, esses produtos precisam estar disponíveis na solução do solo para serem absorvidos pelas plantas daninhas durante o processo de germinação e emergência. Em condições de baixa umidade, essa disponibilidade pode ser limitada, retardando a ativação do herbicida e comprometendo sua eficiência. Períodos prolongados sem chuva após a aplicação também aumentam o desafio
30 de set.


Rápida necrose em buva: você sabe identificar?
Nem toda necrose caracteriza resistência. Em populações de buva (Conyza sumatrensis) resistentes ao 2,4-D, a chamada rápida necrose pode ser observada poucas horas após a aplicação e está associada a um mecanismo de resistência. Mas como diferenciar esse fenômeno de uma necrose convencional? O tempo de aparecimento dos sintomas, a sobrevivência e o rebrote das plantas, além da resposta da população ao herbicida, são informações importantes para a correta interpretação. Diagnó
25 de set.


Histórico da resistência de plantas daninhas no mundo
A resistência de plantas daninhas aos herbicidas é um desafio que acompanha a agricultura há décadas. Um dos primeiros relatos ocorreu em 1957, com populações de trapoeraba (Commelina diffusa) resistentes ao 2,4-D. Em 1970, foi registrada resistência de Senecio vulgaris à simazina. A partir das décadas seguintes, os casos se expandiram por diferentes regiões, culturas e mecanismos de ação. Atualmente, são reconhecidos 541 casos únicos de resistência no mundo, considerando a c
23 de set.


Necessidade do uso de aplicação sequencial
Nem sempre uma única aplicação é suficiente para alcançar o controle adequado das plantas daninhas. Áreas com alta infestação, diferentes fluxos de emergência, plantas em estádios distintos de desenvolvimento ou espécies de difícil controle podem exigir a adoção de aplicações sequenciais. A estratégia consiste em realizar aplicações em momentos distintos, permitindo que a primeira intervenção controle parte da população e que a aplicação seguinte atinja plantas remanescentes,
16 de set.


HRAC-BR reúne membros para Assembleia Ordinária
Nesta sexta-feira, 11 de setembro, o HRAC-BR realizou sua Assembleia Ordinária na Estação da Syngenta, em Holambra (SP). O encontro reuniu membros do Comitê em um importante momento de diálogo, alinhamento e planejamento estratégico, com foco na definição das ações e prioridades para os próximos cinco anos. As discussões tiveram como tema central o manejo da resistência de plantas daninhas aos herbicidas, reforçando a importância da atuação integrada entre diferentes setores
14 de set.


Plantas daninhas na cultura do arroz irrigado
As condições características das áreas de arroz irrigado favorecem a ocorrência e o estabelecimento de diferentes espécies de plantas daninhas. A elevada disponibilidade de água e nutrientes, associada ao uso intensivo das áreas e às particularidades do sistema de cultivo, pode contribuir para altos níveis de infestação. Entre as plantas daninhas de maior importância estão o arroz-daninho (Oryza sativa) e o capim-arroz (Echinochloa spp.), além de espécies de ciperáceas e plan
9 de set.


Origem da resistência aos herbicidas
A resistência aos herbicidas tem origem na variabilidade genética natural das populações de plantas daninhas. Mesmo antes da aplicação de um herbicida, uma população pode conter, em baixa frequência, indivíduos com características que lhes permitem sobreviver a determinado mecanismo de ação. Quando o mesmo herbicida ou herbicidas com o mesmo mecanismo de ação são utilizados repetidamente, ocorre uma pressão de seleção: os indivíduos suscetíveis são controlados, enquanto os re
2 de set.
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