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Manejo de resistência aos herbicidas
O manejo de plantas daninhas resistentes a herbicidas exige planejamento sistêmico e ação estratégica ao longo de todo o ciclo produtivo. A dessecação bem executada é o primeiro passo. O uso criterioso de herbicidas associados e, quando necessário, produtos residuais, reduz a pressão inicial de infestação e amplia a eficiência do controle. Na sequência, a adoção de pré-emergentes e a rotação de mecanismos de ação são fundamentais para diminuir a seleção de biótipos resistente
há 5 dias


Resistência a herbicidas X Mudança de flora
A resistência a herbicidas é uma mudança intraespecífica, caracterizada pelo aumento da frequência de biótipos resistentes dentro de uma mesma espécie. Indivíduos resistentes, inicialmente presentes em baixa proporção, passam a predominar após aplicações repetidas do mesmo mecanismo de ação. Já a mudança de flora refere-se à alteração, ao longo do tempo, da abundância relativa das espécies em uma população de plantas daninhas, geralmente em decorrência do uso contínuo de um m
1 de abr.


Capim-amargoso: ameaça silenciosa à lavoura
O capim-amargoso ( Digitaria insularis ) é umas das espécies daninhas mais problemáticas em sistemas agrícolas brasileiros. Trata-se de uma gramínea perene, com reprodução por sementes e rizomas, apresenta alta capacidade de dispersão e rápido estabelecimento, especialmente em sistemas com sucessão soja-milho. Sua alta competitividade está associada ao crescimento vigoroso e à formação de touceiras, que dificultam o controle, principalmente em estádios mais avançados de desen
25 de mar.


Importância da rotação de mecanismos de ação
Preservar a eficiência dos herbicidas é fundamental para a sustentabilidade dos sistemas de produção. Nesse contexto, o manejo de resistência deve ser prioridade e a rotação de mecanismos de ação é uma das principais ferramentas do manejo da resistência a herbicidas. Ao conhecer possíveis casos de resistência presentes na área, é possível planejar o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação, reduzindo a pressão de seleção e aumentando as chances de controle efetivo.
18 de mar.


Como surge a resistência em plantas daninhas?
A resistência em plantas daninhas é um processo evolutivo resultado da variabilidade genética natural existente dentro de qualquer população. Isso significa que alguns biótipos podem apresentar características que os tornam naturalmente menos suscetíveis a determinado herbicida. Quando o mesmo herbicida ou grupo de herbicidas com igual mecanismo de ação é utilizado repetidamente, as plantas suscetíveis são controladas, mas os biótipos resistentes sobrevivem e produzem semente
11 de mar.


Planta Daninha em Foco: Cravorana (Ambrosia artemisiifolia)
Também chamada de losna-do-campo ( Ambrosia artemisiifolia ), esta planta daninha é uma espécie anual da família Asteraceae, nativa do continente americano e com ocorrência expressiva na Região Sul do Brasil. Planta C3, ereta e ramificada, podendo atingir de 15 cm a 1,5 m de altura e sua reprodução ocorre exclusivamente por sementes. Cada planta produz, em média, 3 a 4 mil sementes com dormência primária, que podem permanecer viáveis no solo por até 40 anos. No Sul do Brasil,
4 de mar.


Manejo de Resistência Brasil: informação na palma da mão!
O aplicativo “Manejo de Resistência Brasil” reúne conteúdos técnicos e atualizados para apoiar o manejo da resistência no campo. Uma ferramenta prática para quem busca decisões mais assertivas e sistemas de produção mais sustentáveis. Com o app, você tem acesso rápido a informações confiáveis, além de orientações que contribuem para o uso responsável das tecnologias de controle. Disponível para Android e iOS . Baixe agora mesmo !
25 de fev.


Como prevenir a disseminação de plantas daninhas pela colhedora
A colhedora é um importante meio de disseminação de sementes de plantas daninhas, inclusive de biótipos resistentes. A principal forma de prevenção é manter a área limpa antes da colheita, com tratos culturais realizados no momento adequado, reduzindo perdas e facilitando a operação. Outra medida fundamental é a limpeza periódica da colhedora, que pode evitar problemas futuros, especialmente quando há plantas daninhas remanescentes na área recém-colhida ou suspeita de resistê
18 de fev.
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