top of page

Buscar


Mecanismos de Resistência: Amplificação gênica
A amplificação gênica é um mecanismo de resistência relacionado ao sítio de ação que vai além das mutações tradicionais. Nesse processo, a planta produz múltiplas cópias do gene responsável pela codificação da enzima alvo do herbicida, resultando na superexpressão dessa enzima. Na prática, a resistência ligada ao local de ação não depende apenas de mutações, mas também da capacidade da planta de “multiplicar” seu alvo. Isso significa que a dose aplicada não é suficiente para
há 1 dia


Fatores que aumentam o risco de resistência em plantas daninhas
A seleção da resistência em plantas daninhas está diretamente ligada às suas características bioecológicas. Espécies com ciclo de vida curto, alta produção de sementes, múltiplas gerações por ano, baixa dormência e grande variabilidade genética apresentam maior potencial de selecionar biótipos resistentes. A densidade populacional é outro fator crítico: quanto maior o número de plantas, maior a probabilidade de existência natural de indivíduos resistentes. Por outro lado, car
20 de mai.


Leiteiro, presença que não pode ser ignorada
O leiteiro (Euphorbia heterophylla) é uma das plantas daninhas mais desafiadoras nas lavouras brasileiras, com elevada capacidade de adaptação e histórico de resistência. No Brasil, já foram registrados biótipos resistentes aos herbicidas dos grupos: • Inibidores da ALS - Grupo 2 (B) • Inibidores da EPSPs - Grupo 9 (G) • Inibidores da PROTOX - Grupo 14 (E) Esse cenário exige atenção ao uso repetido de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação, visto que essa prática pode favor
13 de mai.


Manejo Reativo e Manejo Proativo
O manejo reativo ainda é comum no campo: utiliza-se o herbicida até a perda de eficiência e, então, substitui-se por outra solução. Embora prático no curto prazo, esse modelo aumenta o risco de resistência e pode elevar significativamente os custos de controle ao longo do tempo. Já o manejo proativo busca preservar a eficácia das ferramentas disponíveis. A adoção de rotação de culturas, alternância de mecanismos de ação, controle mecânico e práticas de manejo integrado contri
6 de mai.


Informe Técnico HRAC-BR
O Informe Técnico é uma publicação seriada dedicada à disseminação de conteúdos técnico-científicos sobre: • Controle de plantas daninhas • Casos de resistência a herbicidas • Falhas de controle no campo • Revisões bibliográficas atualizadas • Resultados de pesquisas conduzidas por estudantes, professores e pesquisadores de programas de Pós-Graduação e instituições brasileiras. Produzido pelo HRAC-BR, esse documento fortalece a integração entre pesquisa e campo, contribuindo
29 de abr.


Fatores evolutivos e herança genética na resistência a herbicidas
A resistência de plantas daninhas a herbicidas é resultado de processos evolutivos sustentados pela variabilidade genética natural das populações. Mutações ocorrem ao acaso e podem conferir características que permitem a sobrevivência sob pressão de seleção. Quando um mesmo mecanismo de ação é utilizado de forma repetitiva, indivíduos resistentes passam a aumentar em frequência ao longo das gerações. Alguns fatores genéticos são determinantes nesse processo: • Frequência inic
22 de abr.


Identificação das espécies de Amaranthus
O correto reconhecimento das espécies de Amaranthus é determinante para a tomada de decisão no manejo, especialmente após a ocorrência de espécies como A. palmeri em áreas agrícolas brasileiras. O primeiro critério de identificação está nas inflorescências. As espécies tradicionalmente presentes no Brasil são monóicas, com flores masculinas e femininas na mesma planta. Já Amaranthus palmeri é dióica, apresentando plantas exclusivamente masculinas ou femininas, característi
15 de abr.


Manejo de resistência aos herbicidas
O manejo de plantas daninhas resistentes a herbicidas exige planejamento sistêmico e ação estratégica ao longo de todo o ciclo produtivo. A dessecação bem executada é o primeiro passo. O uso criterioso de herbicidas associados e, quando necessário, produtos residuais, reduz a pressão inicial de infestação e amplia a eficiência do controle. Na sequência, a adoção de pré-emergentes e a rotação de mecanismos de ação são fundamentais para diminuir a seleção de biótipos resistente
8 de abr.
bottom of page
