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Necessidade do uso de aplicação sequencial
Nem sempre uma única aplicação é suficiente para alcançar o controle adequado das plantas daninhas. Áreas com alta infestação, diferentes fluxos de emergência, plantas em estádios distintos de desenvolvimento ou espécies de difícil controle podem exigir a adoção de aplicações sequenciais. A estratégia consiste em realizar aplicações em momentos distintos, permitindo que a primeira intervenção controle parte da população e que a aplicação seguinte atinja plantas remanescentes,
16 de set.


HRAC-BR reúne membros para Assembleia Ordinária
Nesta sexta-feira, 11 de setembro, o HRAC-BR realizou sua Assembleia Ordinária na Estação da Syngenta, em Holambra (SP). O encontro reuniu membros do Comitê em um importante momento de diálogo, alinhamento e planejamento estratégico, com foco na definição das ações e prioridades para os próximos cinco anos. As discussões tiveram como tema central o manejo da resistência de plantas daninhas aos herbicidas, reforçando a importância da atuação integrada entre diferentes setores
14 de set.


Plantas daninhas na cultura do arroz irrigado
As condições características das áreas de arroz irrigado favorecem a ocorrência e o estabelecimento de diferentes espécies de plantas daninhas. A elevada disponibilidade de água e nutrientes, associada ao uso intensivo das áreas e às particularidades do sistema de cultivo, pode contribuir para altos níveis de infestação. Entre as plantas daninhas de maior importância estão o arroz-daninho (Oryza sativa) e o capim-arroz (Echinochloa spp.), além de espécies de ciperáceas e plan
9 de set.


Origem da resistência aos herbicidas
A resistência aos herbicidas tem origem na variabilidade genética natural das populações de plantas daninhas. Mesmo antes da aplicação de um herbicida, uma população pode conter, em baixa frequência, indivíduos com características que lhes permitem sobreviver a determinado mecanismo de ação. Quando o mesmo herbicida ou herbicidas com o mesmo mecanismo de ação são utilizados repetidamente, ocorre uma pressão de seleção: os indivíduos suscetíveis são controlados, enquanto os re
2 de set.


Importância do controle do milho tiguera
O milho tiguera (ou milho voluntário) é uma planta que surge após a colheita da cultura anterior, originada de grãos remanescentes no campo durante as operações agrícolas. Sua presença pode gerar impactos relevantes no sistema de produção. Quando não controlado, o milho tiguera compete com a cultura principal por água, luz e nutrientes, comprometendo o estabelecimento inicial e o potencial produtivo da lavoura. Além disso, atua como “ponte verde” para pragas e doenças, manten
26 de ago.


Trabalhos em destaque durante o CBCPD 2026
Durante o XXXIV Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD 2026), o HRAC-BR reconheceu três trabalhos científicos que se destacaram pela relevância na área de resistência de plantas daninhas a herbicidas. Os trabalhos premiados contribuíram para ampliar o conhecimento sobre os mecanismos envolvidos e para o desenvolvimento de estratégias mais eficientes de manejo em campo. • Janela crítica de seleção por glifosato em Eleusine indica: pico do potencial evoluti
24 de ago.


Reconhecimentos durante o CBCPD 2026
Durante o XXXIV Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD 2026), o HRAC-BR reconheceu profissionais que contribuem de forma significativa e transformam conhecimento em avanços para a agricultura brasileira. Entre eles, estão: • Gilmar José Picoli Junior (Bayer), Marcelo Nicolai (Agro do Mato) e Acácio Gonçalves Netto (Agro do Mato), coordenadores do novo livro Resistência de Plantas Daninhas, do HRAC-BR; • Claudia Oliveira (Syngenta), Vice-Presidente de Mark
21 de ago.


Homenageados durante o CBCPD 2026
O XXXIV Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD 2026) foi palco de um momento especial para o HRAC-BR: a homenagem a profissionais que representam importantes referências para a Ciência das Plantas Daninhas e para o avanço do manejo da resistência no Brasil. Nesta ocasião, foram homenageados: • Edivaldo Domingues Velini - Presidente da Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD) e Professor Titular da FCA/Unesp de Botucatu; • Aldo Merotto
20 de ago.
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