Manejo de resistência aos herbicidas
- há 3 dias
- 1 min de leitura

O manejo de plantas daninhas resistentes a herbicidas exige planejamento sistêmico e ação estratégica ao longo de todo o ciclo produtivo.
A dessecação bem executada é o primeiro passo. O uso criterioso de herbicidas associados e, quando necessário, produtos residuais, reduz a pressão inicial de infestação e amplia a eficiência do controle. Na sequência, a adoção de pré-emergentes e a rotação de mecanismos de ação são fundamentais para diminuir a seleção de biótipos resistentes.
Em culturas como soja e milho, a integração entre herbicidas pós-emergentes, manejo de plantas voluntárias e uso de culturas de cobertura fortalece o sistema produtivo e reduz o banco de sementes no solo.
O manejo eficaz vai além da escolha do produto: envolve rotação de culturas, palhada, eliminação do pousio e boas práticas agronômicas. A resistência é resultado de pressão de seleção contínua e sua prevenção depende da diversificação de estratégias.
Confira em nosso site as recomendações do HRAC-BR para manejo de resistência de plantas daninhas aos herbicidas.




