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Ecofisiologia do capim-amargoso (Digitaria insularis)


Em geral, o capim-amargoso (Digitaria insularis) possui crescimento inicial lento até os 50 dias após emergência (DAE), porém com grande potencial em formar densas touceiras que, sob condições favoráveis, podem acumular grande quantidade de matéria seca.


Por outro lado, possuem ecofisiologia típica de plantas tropicais, influenciada pelas estações do ano e condições de fotoperíodo. Quando germinadas na primavera, com fotoperíodo crescente, possuem longo ciclo vegetativo, desenvolvimento lento e florescimento tardio (80-100 DAE), com grande acúmulo de matéria seca. Quando germinadas no final do verão, em condição de fotoperíodo decrescente, têm redução no ciclo vegetativo, menor acúmulo de massa seca e florescimento precoce.


Notadamente, há preferência da espécie por florescer entre novembro e dezembro, porém, comumente há florescimento visível durante todo o ano.


Saber a ecofisiologia das plantas daninhas é fundamental para o estabelecimento das estratégias de manejo da resistência em campo. Veja em nosso site materiais sobre as principais plantas daninhas de importância agrícola.



Referência: CARVALHO, S. J. P. & NICOLAI, M. Problemática do capim-amargoso (Digitaria insularis (L.) Fedde) em áreas agrícolas brasileiras. Disponível em: <https://www.hrac-br.org/folder>. Acesso em: 08 jun. 2023.


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