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De onde vem o milho tiguera?


O milho tiguera nada mais é que o resultado das perdas ocorridas durante a colheita e, portanto, uma das estratégias mais eficazes para diminuir a presença de milho tiguera no campo é a redução das perdas de colheita, que pode ser obtida por meio da correta regulagem da colhedora, minimizando as perdas de grãos e de espigas no momento da colheita. Desta forma, evita-se a germinação dos grãos de milho que se transformariam em plantas voluntárias e competiriam com a cultura sucessora.


Porém, em se tratando de colheita mecanizada, as perdas ocasionadas no processo são inevitáveis. Estas perdas são influenciadas por fatores inerentes à cultura com que se trabalha e fatores relacionados com a colhedora. Dentre os fatores relacionados com a cultura podemos destacar a variedade, umidade, população de plantas, grau de infestação por plantas daninhas, produção de massa verde, características de preparo e conservação do solo, enfim, tudo aquilo que está ligado diretamente à planta e ao ambiente em seu entorno.


Já com relação aos fatores relacionados com a colhedora destacam-se a velocidade de trabalho, rotação do cilindro trilhador, abertura entre o cilindro e o côncavo, condições de funcionamento da plataforma, regulagem dos transportadores, manutenção e regulagem dos sistemas de transmissão, fluxo de ar do ventilador e velocidade de oscilação do saca-palhas (colhedoras tangenciais) e peneiras. Apesar de exigir uma atenção redobrada, os fatores relacionados com a máquina podem ser facilmente contornados pelos técnicos e operadores em campo.


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