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Opções de manejo do capim-amargoso (Digitaria insularis)


Dentro de um contexto do manejo integrado de plantas daninhas, o manejo de resistência do capim-amargoso (Digitaria insularis) deve envolver um conjunto de práticas a ser implementadas no sistema produtivo, sendo o controle químico parte integrante.


O manejo de herbicidas deve ser feito levando em conta as boas práticas agrícolas, incluindo as exigências na tecnologia de aplicação, rotação de mecanismos de ação, limpeza de maquinário, capina, rotação de culturas, roçada, plantas de cobertura, novos cultivos transgênicos, entre outras. O controle com pré-emergentes é uma necessidade e no controle em pós-emergência as plantas mais jovens (até três perfilhos) são preferências para o efetivo controle por existir mais opções de herbicidas. No entanto, plantas rizomatosas, entouceiradas e perenizadas exigem pelo menos de duas a três intervenções que envolvam o uso de herbicidas graminicidas sistêmicos e, alternativamente, herbicidas de contato sequencial.


Nesse sentido, o uso de diversas estratégias de controle associadas devem ser usadas em termos de sistema produtivo, objetivando a mínima interferência, a preservação de tecnologias e a sustentabilidade agrícola.


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Referência: ALBRECHT, L. P.; ALBRECHT, A. J. P.; SILVA, A. F. M. Manejo de capim-amargoso (Digitaria insularis [L.] Mez ex Ekman). Disponível em: <https://www.hrac-br.org/folder>. Acesso em: 09 ago. 2023.


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